EQUAÇÃO DE GRACELI.. PARA INTERAÇÕES DE ONDAS E INTERAÇÕES DAS FORÇAS FUNDAMENTAIS.


/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

1 / G* =  = [          ] ω   / T] / c [    [x,t] ] [-1] = 


G* = = OPERADOR DE GRACELI = Em mecânica quântica, o OPERADOR DE GRACELI [ G* =]  é um operador cujo observável corresponde à  ENERGIA TOTAL DO SISTEMA , TODAS AS INTERAÇÕES INCLUINDO TODAS AS INTERAÇÕES DAS FORÇAS FUNDAMENTAIS [AS QUATRO FORÇAS] [ELETROMAGNÉTICA, FORTE, FRACA E GRAVITACIONAL], INTERAÇÕES SPINS-ÓRBITAS, ESTRUTURRA ELETRÔNICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS, TRANSFORMAÇÕES, SISTEMAS DE ONDAS QUÂNTICAS, MOMENTUM MAGNÉTICO de cada elemento químico e partícula, NÍVEIS DE ENERGIA , número quântico , e o  sistema GENERALIZADO GRACELI.


COMO TAMBÉM ESTÁ RELACIONADO A TODO SISTEMA CATEGORIAL GRACELI, TENSORIAL GRACELI DIMENSIONAL DE GRACELI..



Difusão de Bohm é a difusão de plasma através de um campo magnético com um coeficiente de difusão igual a

,

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

onde B é a intensidade do campo magnético, T é a temperatura, e e é a carga elementar.

Foi primeiramente observada em 1949 por David BohmE. H. S. Burhop, e Harrie Massey enquanto estudavam arcos magnéticos para uso em separação de isótopos.[1] Desde então tem sido observado que muitos outros plasmas seguem esta lei. Felizmente há exceções, onde a taxa de difusão é menor, caso contrário, não haveria esperança de alcançar energia de fusão prática.[2]

Geralmente a difusão pode ser modelada como um passeio aleatório de passos de comprimento δ e tempo τ. Se a difusão é colisional, então δ é o percurso livre médio e τ é o inverso da frequência de colisões. O coeficiente de difusão D pode ser expresso de várias formas, como

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

onde v = δ/τ é a velocidade entre colisões.[3][4]

Em um plasma magnetizado, a frequência de colisões é geralmente pequena em comparação com a girofrequência, sendo que a medida do passo é a precessão de Larmor (também chamado de giroraio) ρ e o tempo do passo é o inverso da frequência de colisões ν, conduzindo a D = ρ²ν. Se a frequência de colisões é maior que a girofrequência, então as partículas podem ser consideradas movendo-se livremente com a velocidade térmica vth entre colisões, e o coeficiente de difusão toma a forma D = vth²/ν. Evidentemente a difusão clássica (colisional) é máxima quando a frequência de colisões é igual à girofrequência, no caso D = ρ²ωc = vth²/ωc. Substituindo ρ = vthcvth = (kBT/m)1/2, e ωc = eB/m, chega-se a D = kBT/eB, que é a escala de Bohm. Considerando a natureza aproximada desta derivação, os 1/16 perdidos não são motivo de preocupação. Portanto, pelo menos dentro do fator da ordem de unidade, a difusão de Bohm é sempre maior do que a difusão clássica.

No regime de colisionalidade baixa trivial, a difusão clássica é proporcional a 1/B², comparada com a dependência de 1/B da difusão de Bohm. Esta distinção é frequentemente usada para distinguir entre as duas.

À luz dos cálculos acima, é tentador pensar que a difusão de Bohm como difusão clássica com uma taxa de colisão anômala que maximiza a taxa de transporte, mas a imagem física é diferente. Difusão anômala é o resultado de turbulência. Regiões de potencial elétrico mais alto ou mais baixo resultam em turbilhonamentos (vórtices) porque o plasma move-se com a velocidade de deriva de E através de B igual a E/B. Esses vórtices desempenham um papel semelhante ao da giro-órbita na difusão clássica, exceto que a física da turbulência pode ser tal que o tempo de decorrelação é aproximadamente igual ao tempo tempo de retorno, resultando na escala de Bohm.




difusividade magnética é um parâmetro em física de plasma. Ela aparece no número de Reynolds magnético. A difusividade magnética é definida como[1][2]:

.

    /

    G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

  •  é a permeabilidade do espaço livre.
  •  
  • /

    G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 
  • é a condutividade do plasma devido a colisões de Coulomb ou neutras.
    •  é a densidade de elétrons.
    •  é a carga do elétron.
    •  é a massa do elétron.
    •  é a frequência de colisão.





ressonância ciclotrônica descreve a interação de forças externas com partículas carregadas passando por um campo magnético, assim, já se movendo em um caminho circular. Ela recebe esse nome por conta do cíclotron,[1] um acelerador de partículas inventado Ernest Lawrence que usa esta ressonância para adicionar energia cinética em partículas carregadas[2].

A freqüência ciclotrônica ou girofrequência  é a freqüência de uma partícula carregada em movimento perpendicular em direção a um campo magnético B uniforme, ou seja, com magnitude e direção constantes[3]. Desde que o movimento é sempre circular, a freqüência ciclotrônica é dada pela igualdade das força centrípeta[4] e da força magnética de Lorentz [5][6]

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

com a partícula de massa , carga , velocidade , e o caminho radial circular , também chamado raio de rotação.

Pela substituição para a frequência de circulação , que define a frequência do ciclotron, isto leva a

,

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

ou a frequência angular

.

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 





magnetoidrodinâmica[1][nota 1] ou magneto-hidrodinâmica (MHD)[2] é uma disciplina científica que estuda a evolução do campo magnético e do movimento de fluidos condutores, tais como os plasmasmetais liquefeitos ou soluções iônicas. O estudo da MHD teve início com Hannes Alfvén, que utilizou o termo pela primeira vez em 1942, trabalho pelo qual foi agraciado com o prêmio Nobel de física de 1970.

A ideia chave da MHD é que campos magnéticos podem induzir correntes em um fluido condutor, que criam aquecimento e movimento no fluido e tais fenômenos alteram o campo magnético novamente. A MHD é essencialmente uma teoria da mecânica do contínuo, ou seja, trata de um fluido contínuo e não com partículas discretas.

As equações da magneto-hidrodinâmica

A teoria da MHD une as equações da mecânica dos fluidos com as equações de Maxwell:

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 

/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 


/

G* =  = [          ] ω   / T]  / c [    [x,t] ]  = 




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